Sessão de Trabalhos Científicos - Apresentação Oral


Código

TL05

Área Técnica

Glaucoma

Instituição onde foi realizado o trabalho

  • Principal: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Autores

  • FABIO LUIS DE ARRUDA ZANTUT (Interesse Comercial: NÃO)
  • Carolina Graciteli (Interesse Comercial: NÃO)
  • Sergio Teixeira (Interesse Comercial: NÃO)
  • Augusto Paranhos (Interesse Comercial: NÃO)

Título

COMPARAÇAO ENTRE AS TECNICAS CIRURGICAS UTILIZADAS PARA REVISAO DA BOLHA FILTRANTE: ENSAIO CLINICO CONTROLADO RANDOMIZADO

Objetivo

Avaliar a pressão intraocular (PIO) em pacientes com glaucoma após 1 ano usando 2 técnicas cirúrgicas diferentes: revisão ou agulhamento.

Método

Pacientes com glaucoma submetidos a trabeculectomia em pelo menos um olho com PIO não controlada foram incluídos neste estudo prospectivo. Todos os participantes passaram por exame oftalmológico completo na primeira consulta. A randomização foi realizada a um olho por paciente para revisão de trabeculectomia duplamente mascarada ou agulhamento. Pacientes foram examinados no primeiro dia, com 7 dias, 14 dias, 1 mês, 4 meses e 12 meses após a intervenção cirúrgica. Todas as visitas de acompanhamento incluíram o seguinte: relato de eventos oculares e sistêmicos, acuidade visual com melhor correção, PIO, biomicroscopia. Gonioscopia e fotografia estereoscópica do disco óptico foram tiradas em intervalos anuais. Após 1 ano, sucesso absoluto foi definido como PIO <16mmHg após 2 medidas sem o uso de medicação hipotensora. As duas técnicas foram então comparadas.

Resultado

Quarenta pacientes foram incluídos neste estudo. Entre eles, 38 completaram 1 ano de acompanhamento, 18 no grupo de revisão e 20 no grupo de agulhamento. A idade média de foi de 66,82±13,44 anos. No início do estudo, a PIO média foi de 21,64±5,12 mmHg (variação de 14 a 38 mmHg) em todo o grupo. Todos os pacientes faziam uso de colírios hipotensores. O uso médio de colírios hipotensores foi de 3,11±0,67 no início do estudo para todo o grupo. Dois olhos de 38 olhos foram considerados falhas de tratamento (5,2%), com uma duração média de seguimento de 1 ano. Após um ano de tratamento, ambas as técnicas foram semelhantes para os parâmetros da PIO e também para o número de medicamentos (p=0,834 e p=0,433, respectivamente). Em relação às complicações intra ou pós-operatórias, no grupo agulhamento, apenas um paciente apresentou sinal de Siedel positivo, e apenas um paciente no grupo agulhamento foi submetido a revisão posterior.

Conclusão

Ambas as técnicas se mostraram seguras e eficazes na redução da PIO.

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